sábado, 9 de março de 2013

3 erros que os empreendedores cometem quando viram chefes


Especialista em liderança e gestão de pessoas lista quais são as atitudes que devem ser evitadas

Homem triste com a cabeça baixa

Quais são os principais erros cometidos por empreendedores?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
A maior parte dos empreendedores, principalmente de pequenas empresas, toca seu negócio na base da tentativa e erro, fazendo muitas adaptações e corrigindo o rumo da empresa conforme surgem os problemas e as oportunidades. O lado positivo é a flexibilidade, o que dá boa margem de manobra, mas também gera erros e consequências ruins que podem ser evitadas. É sobre os principais erros cometidos e como evitá-los que falarei a seguir.
1. Excesso de informalidade
Ser pequeno não significa ser totalmente informal. Alguns empresários tocam o negócio como se todos os clientes e funcionários fossem velhos amigos. Muita gente se aproveita disso para abusar de sua boa vontade e vice-versa.
Isso gera uma tolerância muito maior com o erro e as pessoas se acostumam a produzir pouco, atrasar entregas, e demorar para pagar porque se sentem negociando com um “amigo” que aceita a ineficiência. Seu negócio precisa ter um mínimo de profissionalismo e formalidade para crescer e prosperar.
2. Falta de foco
Quando a empresa começa a dar certo o risco de perder o foco aumenta muito. A empresa começa, por exemplo, produzindo tijolos de alta qualidade e em alguns meses se endivida e começa a produzir telhas, que não têm a mesma qualidade. As vendas diminuem e todo negócio afunda. Mantenha o foco naquilo que sua empresa realmente faz muito bem e só diversifique depois de uma análise rigorosa. Isso acaba contaminando a equipe e prejudicando o negócio
3. Perfil inadequado
Quem tem um negócio próprio, quase sempre, trabalha muito mais do que quando era funcionário de outras empresas e, nos primeiros meses, ou anos, ganhará menos e correrá muito mais riscos. O empreendedor precisa ter uma personalidade que tolere bem estas dificuldades. Se você tiver o perfil adequado terá muito mais chances de ser bem sucedido.
Fonte: Exame.com

quinta-feira, 7 de março de 2013

No dia 8 de março comemoramos o dia internacional da mulher


Feijão dobra de preço nos supermercados






O produto liderou a alta do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no grupo de alimentos no mês de janeiro. 

O preço do feijão carioca dobrou nos supermercados desde o início do ano e pode virar o vilão da inflação. Nas lavouras do sudoeste paulista, principal região produtora do Estado, a saca de 60 quilos passou de R$ 160 no começo de janeiro para R$ 220 na quarta-feira (6/3). Nos supermercados, o feijão novo extra, que virou o ano cotado a R$ 3, era vendido a R$ 6, alta de 100%.
De acordo com o IEA (Instituto de Economia Agrícola) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, os preços foram puxados pela escassez do produto. Problemas climáticos, como a seca no Nordeste e no Paraná, e o excesso de chuvas em Minas Gerais, causaram a queda na produção.
Segundo o engenheiro agrônomo Vandir Daniel da Silva, na quarta-feira (6/3), a Bolsinha de São Paulo, principal entreposto de comercialização do produto, tinha registrado a entrada de apenas 20 mil sacas de feijão. "A oferta, que determina a cotação, está abaixo do normal. Para se ter uma ideia, em março do ano passado o feijão estava a R$ 80 a saca", disse.
Fonte: Supermercado Moderno

Caem gastos da classe C com alimentos, bebidas e limpeza



Entre 2009 e 2012, a fatia passou de 20,7% para 17,6%, chegando a R$ 467. Apesar da queda, essa é a terceira maior despesa mensal das famílias brasileiras com renda domiciliar média de R$ 2.658, de acordo com a pesquisa da Nielsen, Mudanças no Mercado Brasileiro 2013. Ficou atrás apenas dos gastos com viagens, carros e lazer, que em 2012 representavam R$ 866 - uma evolução de 31,1% para 32,6%, no período -, e com manutenção do lar, que chegaram a R$ 773 - o valor manteve-se estável.
De acordo com Marcelo Fazio, analista de mercado da Nielsen, a queda relacionada a alimentos, bebidas e limpeza não é alarmante para o varejo. Afinal, foi pequena - três pontos percentuais. "Além disso, evidencia que esses consumidores, mais uma vez, estão tentando equilibrar seus gastos sem fazer cortes drásticos. Eles querem manter no dia a dia o que conseguiram conquistar graças ao aumento da renda", explica.
O que cresceu um pouco mais no período foram as despesas com alimentação fora do lar, cuja fatia na renda mensal passou de 4,6% para 5,4%, chegando a R$ 144, em 2012. Gastos com saúde foram de 5,4% para 5,9%, alcançando R$ 156, por mês. Outra alta foi no desembolso com vestuário, que foi de 7,3% para 8%. Em valor chagou a R$ 211. Já o gasto com livros, matrículas e mensalidades caiu de 1,9 % para 1,6%, ficando em R$ 41, por mês.
"De modo geral, as despesas das famílias de classe média mantiveram-se quase estáveis nos últimos três anos. Foram pequenos ajustes. Nada mal, para um período de crise internacional. Para os próximos anos, a tendência é de melhora", avalia Fazio.
Fonte: Supermercado Moderno

quarta-feira, 6 de março de 2013

As dicas essenciais para mulheres empreendedoras


Especialistas afirmam que mulheres donas de empresas devem investir em gestão de negócio e planejamento

Mulher usando laptop

O número de mulheres donas do próprio negócio só tende a aumentar. No mercado de franquias, por exemplo, há marcas ideais para empreendedoras. No caso destartupsmulheres que estão no comando tendem a ter mais sucesso e ganham destaque. Segundo pesquisa realizada pelo portal web.com, especializado em marketing para pequenos negócios, e pela National Association of Women Business Owners (NAWBO), mais mulheres devem empreender em 2013
“Hoje, boa parte das mulheres empreende por oportunidade”, afirma Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP. Divulgada no começo do ano, a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostra que 49,6% dos que iniciam a carreira empresarial são do sexo feminino.
Veja abaixo recomendações de Caetano e de Cristina Boner, empreendedora e presidente da Associação de Mulheres Empreendedoras (AME), para mulheres que desejam investir em um negócio ou já são donas de um.
1. Foque no planejamento
Planejamento é a chave de sucesso para qualquer empresa, independente do porte. Para Caetano, de forma geral, as pessoas se preocupam mais com o investimento financeiro. Mas, fluxo de caixa e plano de marketing são alguns conceitos que não podem ser ignorados, por serem essenciais na hora de gerir o negócio.
2. Organize a sua rotina
Um dos principais dilemas das empresárias é de conciliar o tempo dentro e fora de casa. “Não pode achar que o empreendedorismo vai dar mais tempo. Isso é um mito”, alerta Caetano.
Por isso, para que isso não aconteça, é preciso ter total apoio familiar. Cristina explica que, muitas vezes, a falta da compreensão dos familiares pode acabar se transformando em um obstáculo para a mulher. Para ter sucesso como empresária, é preciso muito foco e a dedicação ao negócio e separar um tempo para lidar com o marido e filhos.
3. Atualize-se
Tanto para as mulheres que estão começando a empreender agora quanto para as que já têm experiência no mercado, a reciclagem é indispensável. “Não pode confiar só na intuição, tem que se atualizar com os concorrentes e com o mercado”, aconselha Cristina. 
Há opções de cursos online e workshops de curta duração que podem auxiliar a empreendedora a ampliar o seu conhecimento. 
Fonte: EXAME.COM

Renda das mulheres ultrapassará R$ 1 trilhão neste ano


Ao fim de 2013, a massa de renda das mulheres brasileiras deve chegar a R$ 1,01 trilhão, crescendo 83% em relação a 10 anos atrás.  O valor é equivalente ao PIB de países como Suécia e Bélgica, além de superior ao que toda a classe C deve ganhar neste ano (R$ 966 bi), por exemplo. As informações são do estudo “Tempo de Mulher”, do Data Popular.
O ritmo de crescimento da renda feminina foi mais acelerado que o dos homens, de 45% nos últimos 10 anos. Mas, apesar disso, o valor recebido pelos cidadãos do sexo masculino ainda é consideravelmente maior que o das mulheres, com previsão para totalizar R$ 1,6 trilhão em 2013. O valor que as mulheres alcançarão neste ano é o que os homens ganhavam 10 anos atrás.
Traduzindo a renda feminina em consumo de produtos, as mulheres deverão comprar, neste ano, 6,5 milhões de telefones celulares e 6 milhões de televisões. Elas também devem adquirir, em 2013, 3,1 milhões de tablets, exatamente a quantidade consumida por todos os brasileiros no ano passado.
A pesquisa do Data Popular foi realizada com 1.300 mulheres de 44 cidades brasileiras, entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano. As projeções para este ano foram feitas a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Fonte: Supermercado Moderno

63% dos brasileiros recomendam produtos pelas redes sociais


É o que aponta a E-commerce Index, pesquisa global independente sobre as tendências de compras no comércio eletrônico. No Brasil, 63% das pessoas disseram que recomendam produtos por meio das redes sociais. O país com a maior porcentagem de recomendação é a Indonésia (67,3%), e o com menor, é o Japão (7,7%).
"As redes sociais facilitam o compartilhamento de informações de produtos, marcas e serviços, funcionando como uma propaganda gratuita e eficaz para as lojas", afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos - portal que reúne cupons de descontos grátis e responsável pelo Black Friday no comércio eletrônico brasileiro.
Gastos e dispositivos 
Segundo a pesquisa, o consumidor brasileiro gastou, em média, US$ 657 (R$ 1.300) no e-commerce ao longo de 2012. Os consumidores mais "gastões" são os britânicos, com desembolso médio por pessoa de US$ 1.700, seguido pela Alemanha com US$ 1.006. A Indonésia ficou com a menor média, US$ 239 por pessoa.
Em relação a compras realizadas em dispositivos móveis, a Indonésia lidera o ranking, já que 14% dos entrevistados relatam que fazem a maioria de suas compras online usando um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel. No Brasil, somente 4% dos consumidores afirmaram usar regularmente um dispositivo móvel para fazer compras. Superam o Brasil nesse quesito países como Reino Unido (12%), os EUA (10%) e a Espanha (9%).
Fonte: Supermercado Moderno

terça-feira, 5 de março de 2013

O8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Parceria entre ACIAV e Destak Cursos oferece cursos preparatórios




A Destak Cursos e Treinamentos, em parceria com a Associação Comercial de Vitória - ACIAV, oferecerá a população vitoriense 05 cursos preparatórios com duração de 03 meses.

Os cursos oferecidos são Manicure e Pedicure, Estética Facial e Corporal, Instalações Elétricas, Atendente de Farmácia, Mecânica de Motos, Auxiliar Administrativo e Financeiro, Cabeleireiro e Segurança no Trabalho. Todos com vagas limitadas.

As matrículas, com valor de R$ 29,90 e mensalidade a partir de R$ 29,90, serão realizadas nesta quinta (07) e sexta (08), na sede da ACIAV, na Av. Mariana Amália, 288.

Maiores informações: 3523-1174  

Fonte: NOSSAVITÓRIA

domingo, 3 de março de 2013

As razões para o fracasso das metas profissionais


Confira os erros que podem estar atrapalhando muita gente na hora de alcançar seus objetivos de carreira, sejam eles quais forem

Varal com post-its
Um curso, uma pós-graduação, administrar melhor o tempo, participar de um projeto importante, conseguir um cargo de gestão ou conquistar um emprego melhor. No papel, as metas profissionais anunciam a possibilidade de ascensão na carreira, de mais qualidade de vida e satisfação profissional.
Mas, para algumas pessoas, os objetivos vão ficando pelo caminho, empoeirados em um caderno no fundo da gaveta. Resultado: o tempo passa e nada do que você prometeu é cumprido. Por que isso acontece? Confira o que atrapalha muitos profissionais quando o assunto é cumprir seu plano de metas:
1 Não enxergar a diferença entre emprego e carreira
“Quem não tem entendimento a respeito da diferença entre emprego e carreira não tem consciência de metas”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, consultor de carreira e diretor executivo da 4hunter.
Ou seja, quem vê sua trajetória profissional como um apanhado de empregos é um forte candidato a não cumprir objetivos. “Essa pessoa não enxerga a evolução com um planejamento de carreira”, diz Ferreira. 
O plano de carreira é uma referência de onde você está e aonde quer chegar. É como uma bússola que orienta o caminho a ser trilhado.
Com ele, fica mais fácil ter motivação para se inscrever em um curso, garantir um novo diploma ou se oferecer para liderar um projeto importante na empresa porque você sabe que estas são etapas necessárias para atingir o sucesso a que se propôs.
Sem o plano, fica mais difícil compreender a importância dessas metas, o que as torna vazias. Os objetivos simplesmente não fazem tanto sentido assim quando a visão da trajetória não é ampliada.

2 Objetivos abstratos ou inatingíveis

Muita gente peca pelo excesso. “As metas precisam ser razoáveis”, afirma Ferreira. Ao listar um curso de MBA, a participação em um grupo de estudos, a liderança de uma equipe no trabalho, um salário três vezes maior do que o atual e a retomada de um projeto engavetado há anos como objetivos a serem atingidos talvez você não esteja sendo realista consigo mesmo.
Se o volume de metas fosse menor, talvez fosse possível. Que tal se inscrever no MBA e deixar para liderar a equipe após a conclusão do curso? Você pode até ter pique para começar tudo ao mesmo tempo, mas mantê-lo vai exigir um esforço sobrenatural e, cansado, o seu rendimento no trabalho pode cair. Com fraco desempenho, garantir a tão sonhada promoção vai ser impossível.
Objetivos abstratos também são fortes candidatos a não saírem do papel. Colocar sucesso profissional ou qualidade de vida na sua lista de metas é contraproducente. Em vez disso, opte por coisas mais palpáveis, como, por exemplo, desenvolver aquele projeto que vai alavancar o seu departamento ou negociar com o chefe mais flexibilidade no horário de trabalho. 
3 Não saber como trazer as metas para a realidade
Você estipulou que neste ano vai sair do patamar técnico e assumir um cargo de gestão. Essa é a sua meta. Tudo bem, mas como você vai chegar lá, qual o caminho a ser traçado? Se você não souber o que deve fazer, será impossível conseguir.
Conversar com quem é mais experiente poderia ajudar, segundo Ferreira. “Quando se escolhe um mentor, a pessoa conversa de tempos e tempos com ele que vai trazer questionamentos pela sua experiência”, diz. O primeiro passo é entender o caminho percorrido pelo seu mentor para, então, adaptá-lo ao seu mundo. “O ponto é saber tangibilizar”, diz Ferreira.
4 Deixar os objetivos a cargo de outras pessoas
Muitas vezes, os objetivos não são cumpridos porque estavam atrelados a outra pessoa. Por exemplo, um projeto seu e do seu colega que não decola porque ele foi promovido e não falou mais no assunto. Talvez tenha faltado inciativa da sua parte também.
Para cumprir uma meta que não depende apenas de você é preciso monitorar todas as partes envolvidas. “É preciso saber gerenciar a sua expectativa e a outra pessoa também”, diz Ferreira. Manter o controle e o monitoramento da situação é essencial nesses casos.
“A pessoa também tem que ter o comportamento de ir buscar, porque uma série de variáveis pode jogar contra o seu planejamento, o que pode requerer uma mudança de estratégia”, diz Ferreira.
Fonte: Exame.com

sábado, 2 de março de 2013

Como escolher o nome da sua empresa


Professor fala sobre quais aspectos merecem a atenção do empresário na hora de escolher o nome.


Papel e caneta
Como escolher o nome da sua empresa?
Respondido por Frederico Mafra, especialista em marketing
A criação de um nome exige tempo e dedicação por parte do empreendedor. Trata-se de uma decisão fundamental, que pode ajudar ou não na construção da imagem e do posicionamento da empresa de forma diferenciada no mercado. Algumas dicas devem ser observadas, portanto, neste momento de definição do nome da empresa:
1. Invista tempo e dinheiro na criação da marcaVerifique a existência de outras marcas e ideias similares no mercado. Ainda na etapa de planejamento, a criação do nome e/ou da marca deve se basear no posicionamento de marketing da empresa.
2. A marca deve ser de fácil de lembrar
Nomes longos e difíceis de serem lembrados e escritos dificultam a assimilação da mensagem e a fixação da ideia principal da marca (posicionamento).
3. Não abuse de siglas
O uso de siglas para definição de um nome pode ser mais fácil de ser elaborado, mas é importante que elas signifiquem algo.
4. Não copie o concorrente
Além de acabar confundindo o cliente, a empresa pode, no pior dos casos, ser processada por outra empresa que se sentir imitada.
5. Evite nomes regionais
Podem, no primeiro caso, limitar o crescimento da marca em outras regiões com características diferentes da original. 
Fonte: Exame.com

Por que poucos clientes vão se interessar por seu produto


Sócio-fundador da rede social Empreendemia explica que dificilmente as pessoas adotam um novo produto na velocidade esperada

Homem conversando em um restaurante

Como divulgar um novo produto?
Respondido por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
Criar um produto ou serviço inovador possui a grande vantagem de te deixar na frente dos concorrentes. Por outro lado, essa inovação normalmente é acompanhada pelo risco do produto não ser aceito pelo mercado na mesma velocidade que esperávamos.
Mesmo sendo a inovação mais bacana do mundo, as pessoas possuem uma aversão natural a tudo que é muito novo e ainda não foi validado. Da mesma forma que a maioria das pessoas espera ouvir a opinião dos amigos antes de assistir um filme, esse fenômeno também acontece no lançamento de um produto ou serviço de uma startup.
Em compensação, existe um tipo de pessoa que deve ser o foco inicial na hora de lançar a sua inovação. Esse tipo é o cliente pioneiro, termo originado do inglês early adopter.
A principal característica do cliente pioneiro é que, ao contrário de boa parte das pessoas, ele gosta justamente de ser o primeiro a testar alguma coisa, mesmo sabendo do risco daquele produto ou serviço não funcionar muito bem. O cliente pioneiro está disposto a pagar caro pela novidade, mesmo sabendo que a primeira versão da inovação será consideravelmente fraca em comparação às que estão por vir.
Por isso, ao invés de apostar todas as suas fichas em um mega lançamento e gastar todos seus esforços de marketing em grandes campanhas, faça um lançamento pequeno, focado nos clientes pioneiros.
Além de servirem como validadores para os clientes mais “tradicionais”, os clientes pioneiros normalmente fazem questão de servir como cobaias e de darem sugestões de melhorias que farão toda a diferença na hora de atingir o mercado de massa.
Se quiser reduzir o risco na hora de lançar um novo produto ou serviço, pense primeiro em como você irá atingir os clientes pioneiros. Depois de conquistá-lo, aí sim vale a pena pensar em como ganhar escala.
Fonte: Exame. com

Calor deve piorar em Pernambuco, diz especialista




Os dias mais quentes serão registrados entre 21 e 28 de abril
NE10
A sensação de forte calor que os pernambucanos têm vivido nos últimos dias deve continuar até o fim de abril, quando devem ser alcançadas as mais altas temperaturas do ano. Segundo o professor de climatologia do curso de ciências ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá, o fenômeno é normal para o período e se deve ao posicionamento da Terra em relação ao Sol.
Entre os meses de fevereiro e março, devido ao movimento de translação, o Sol se posiciona exatamente sobre os estados de Pernambuco e Paraíba, aumentando a insolação sobre a região. Os dias mais quentes serão registrados entre 21 e 28 de abril, quando as temperaturas começam a cair com a chegada de maio.
Segundo o especialista, a sensação mais forte de calor não está diretamente relacionada ao aquecimento global, mas com a seca que o Nordeste enfrenta desde o ano passado. “A nebulosidade está baixa; então os raios solares atingem o solo diretamente”, explica Jatobá, sobre as nuvens que normalmente aliviam a sensação durante o período.
Fonte: A VOZ DA VITÓRIA 

Falta de investimentos causou baixo crescimento do PIB


“A falta de reação dos investimentos como fator de contribuição para o crescimento econômico é preocupante”, ressalta a nota assinada pelo presidente de Abdib, Paulo Godoy

Notas novas de Real - dinheiro

Economia: para estimular a economia e garantir um crescimento maior nos próximos anos, a Abidib defende a desoneração dos investimentos.

Para a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o crescimento da economia em 2012 “não condiz com o potencial do Brasil no atual momento e com as necessidades e anseios dos brasileiros”.

Entre os fatores que influenciaram para que o Produto Interno Bruto (PIB) registrasse uma expansão de apenas 0,9% no ano, conforme número divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a associação destaca o baixo nível de investimento.
“A falta de reação dos investimentos como fator de contribuição para o crescimento econômico é preocupante”, ressalta a nota assinada pelo presidente de Abdib, Paulo Godoy.
Para estimular a economia e garantir um crescimento maior nos próximos anos, a Abidib defende a desoneração dos investimentos. “Torna-se crucial estimular a economia por essa vertente, com uma política permanente de desoneração do investimento”, enfatiza Godoy.
A associação elogia medidas do governo nos últimos meses que seguem a linha de apoio aos investimentos. “Foram essenciais, as decisões que visam a reduzir o custo da energia elétrica, em um primeiro momento, e da logística, que será alvo de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”, aponta.
“Dentro das perspectivas de curto e médio prazo para a economia brasileira, ganha urgência a condução eficiente e bem-sucedida dos projetos inseridos nos programas de concessão em infraestrutura”, acrescenta.
Fonte: Exame.com


sexta-feira, 1 de março de 2013

Na cama com o trabalho


Dispositivos wireless levaram o trabalho a qualquer canto, incluindo sua cama. E isso não significa que sua produtividade aumentou

iPad, tablet da Apple

Quando a jornada acaba, as pendências vão para casa. E com tablets, celulares e laptops, ficou difícil evitar que essas pendências acompanhassem você até a hora de dormir
Dalva Poyares está de agenda cheia. No Instituto do Sono, onde trabalha, a neurologista só tem visto aumentar o número de pacientes com dificuldade para dormir. A razão? O trabalho foi parar na cama. Profissionais aumentaram de forma geral o número de tarefas que precisam fazer por dia. Quando a jornada acaba, as pendências vão para casa. E com tablets, celulares e laptops, ficou difícil evitar que essas pendências acompanhassem você até a hora de dormir.
Segundo um levantamento da Credant Technologies, uma empresa de proteção de dados, um em cada cinco profissionais britânicos trabalha de duas a dez horas por semana na cama. Outra pesquisa, feita pela fabricante de camas reclináveis Reverie, concluiu que 80% dos profissionais jovens de Nova York fazem o mesmo. Essa prática se tornou tão comum que criou um mercado de equipamentos voltados a quem usa a cama não apenas para relaxar.
Há três razões por que o trabalho na horizontal estraga o sono. A primeira são suas preocupações. Para uma boa noite, o ideal é que se fechem todas as questões pendentes do dia cerca de duas horas antes de dormir, segundo especialistas. Depois, você deve escolher apenas aquelas atividades que distraiam sem estimular.
Mas isso ficou mais difícil com a inserção do Brasil na economia mundial. Afinal, o fuso horário de nosso maior parceiro comercial é 11 horas adiantado. Esse é o problema do engenheiro Rodrigo Batalhote. Toda noite, às 22h, ele abre o laptop para negociar com fornecedores chineses via Skype. “Quando volto para casa, tenho a sensação de que não me desliguei do trabalho”, diz. “E, como não posso envolver outros colegas a essas horas, preciso esperar o dia seguinte para não correr o risco de errar em certas decisões. Aí, durmo pensando no trabalho.”
E o dilema do fuso horário não se limita ao trabalho. “Ontem atendi uma paciente que adicionou a família inteira no WhatsApp”, diz a doutora Poyares. “O problema é que ela tem parentes na Itália, que mandam mensagens em horários inapropriados.”
Outro motivo para o mau sono está nas próprias telas dos gadgets. O relógio biológico é influenciado por um hormônio chamado melatonina. É ele o mensageiro que avisa quimicamente ao corpo que a noite chegou. Quanto mais luz a retina receber, menos melatonina será produzida.
Mas bastam duas horas de frente para a tela de um gadget para que a produção de melatonina diminua em 22%, segundo um estudo do Instituto Politécnico Rensselaer, EUA. Não é uma sentença de insônia, mas essa queda pode afetar o sono de quem já tem dificuldade para dormir.
Já a má postura na cama afeta mesmo quem não tem problema para dormir. A regra básica para minimizar o desconforto é manter a postura ereta. Você deve sentar-se com o quadril próximo à cabeceira, apoiar a lombar com um travesseiro e deixar a tela na linha dos olhos, aconselha Cássio Siqueira, fisioterapeuta do Hospital das Clínicas da USP.
De todos os dispositivos móveis, o mais adequado para a postura é o tablet – ele é leve, plano e tem uma tela que pode ser mantida a uma distância confortável. O celular, por outro lado, tem tela muito pequena, o que força o usuário a trazê-lo para perto dos olhos. Com o tempo, isso tensiona o pescoço e o ombro. Já a pior das opções é o laptop. Se estiver sentado com ele no colo, ficará com a coluna curvada. Se estiver deitado de barriga para baixo, jogará o peso do tronco nos ombros. “Isso pode causar dores na cervical e, a longo prazo, hérnia de disco e tendinite nos ombros e na lombar”, diz Siqueira.
Para forçar menos a coluna, você pode usar um suporte para laptop. Uma cama reclinável também ajuda. Outra saída é simplesmente deixar o e-mail para a manhã seguinte.
Matéria publicada na edição de ALFA de janeiro de 2013.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

CERTIFICADO DIGITAL É NA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL



Os 10 piores hábitos dos executivos


Conheça as principais práticas de CEOs que podem acabar com a gestão dos negócios

Cadeira vazia em uma sala de CEO

Muitas vezes não falta estratégia nem visão empreendedora: simplesmente os negócios não saem conforme o esperado. O mundo empresarial é cheio de incertezas, mas há muito que pode ser feito para minimizar o erro da porta da empresa para dentro.
Certos costumes - repetidos à exaustão porexecutivos mundo afora - podem simplesmente minar a produtividade de uma empresa. 
Veja, a seguir, os 10 piores hábitos dos executivos, segundo três especialistas no assunto.
Centralização do poder
Quem delega tarefa também delega autonomia. Não dar espaço para que os subordinados executem sua tarefa com liberdade cria uma “pressão desnecessária” na equipe. A centralização, na opinião de José Augusto Figueiredo, presidente da LHH,DBM, é uma das formas de buscar o reconhecimento quando se está no topo.
“Eles se sentem heroicos na posição de liderança e acabam alimentando um sistema onde a delegação é inversa: os subordinados que acabam levando as pendências para que ele resolva”, diz o Figueiredo.  “Isso infantiliza a operação da empresa.”
Trocar toda a equipe
É claro que todos preferem trabalhar com pessoas que já conhecem – e em quem já confiam. No entanto, essa é uma falha recorrente entre presidentes de empresas. Assim que assumem suas posições, trazem consigo seu exército de diretores, tirando a oportunidade de bons profissionais que já estavam munidos de informações da empresa.
Em alguns casos, esse tipo de mudança se faz necessária. “Somente quando é preciso fazer uma virada completa na gestão da empresa”, diz Rodrigo Forte, diretor executivo da Exec Executive Performance.
Mudar de ideia repentinamente
O bom executivo é aquele que trabalha em parceria. Embora o poder de decisão esteja em suas mãos, é imprescindível manter-se alinhado com seu quadro de diretores e, principalmente, firme em suas decisões. “Quando um executivo discute as decisões com sua equipe e, de uma hora para outra, muda de ideia gera uma insegurança muito grande entre os pares”, defende Forte.
Gerir feudos
Os valores e objetivos da empresa devem ser os mesmos para todos. E não basta tê-los estampados nas paredes. Segundo Ricardo Basaglia, diretor da Michael Page, é fundamental que o executivo dê unidade à empresa, sem permitir a criação de feudos. “Muitas vezes, cada time fica com a cara do diretor, desalinhado da cultura da empresa.”
Não atribuir méritos e responsabilidades
Quando o resultado é bom, todos comemoram. Quando a coisa não sai da melhor forma possível, a culpa é da equipe que não aplicou a estratégia da forma mais eficiente. Basaglia afirma que é muito comum entre os executivos a percepção de que suas responsabilidades se limitam ao desenho da estratégia. “Os executivos devem delegar a tarefa, mas não as responsabilidades”, afirma. “Quando há algo errado, a estratégia foi definida de forma equivocada ou faltou acompanhamento do trabalho.”
Distanciar-se da equipe
Quando o funcionário vê o executivo se aproximando da equipe e já teme pelo pior, pode acreditar, há algo de errado na gestão. “Além de garantir a entrega do resultado, o gestor tem de estar por perto para conseguir olhar e avaliar o time, identificar os méritos e tomar decisões”, lembra Basaglia. “O brasileiro falha muito na avaliação, no acompanhamento das atividades e na medição da evolução dos resultados.”
Estimular a competitividade

Há diferentes formas de estimular a competitividade dentro da equipe. Uma delas é criando um ambiente em que os funcionários disputem entre si pelos melhores resultados. Errado. 

Segundo Basaglia, o melhor formado de competitividade interna passa pela garantia que as metas sejam desenhadas de forma individual. “O ideal é quando o objetivo faz com que o funcionário olhe para dentro e não para o outro para conseguir melhores resultados.”
Faltar com a governança 
O presidente que não paga adequadamente seus tributos ou forja números para escapar da tributação estará, automaticamente, dando aval ao “jeitinho brasileiro” dentro das suas operações. “Essa é a pior conduta que um CEO pode ter”, ressalta Forte. “As regras precisam ser cumpridas, sem jeitinho nem zona cinzenta.”
A governança é apenas uma entre as diversas situações em que o executivo precisa dar o exemplo. “As equipes agem conforme a atitude do líder e não conforme os seus discursos”, lembra o diretor da Exec. Por isso, esqueça o bordão “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. “A empresa será sempre um reflexo de como a liderança opera na prática.” 
Dar feedback em grupo
O feedback é uma ferramenta feita para ser oferecida individualmente, mesmo quando se trata de presidente e diretores. A falta de tempo e alta demanda fazem com que muitos executivos tenham criado o mau hábito de fornecer pareceres em grupo. “Muitas pessoas acabam escutando críticas que não mereciam, isso cria um desconforto inevitável”, lembra o presidente da LHH, DBM. 
Evitar falar dos próprios erros
Todo cuidado é pouco na hora de falar dos próprios erros, mas abordá-los é fundamental. É essencial que o gestor não apareça somente para a hora das más notícias – o importante é não tornar a falha um evento. “Todo erro deve ser dito dentro de uma operação frequente da empresa. Se há uma reunião mensal com a diretoria para apontar as mudanças de trajetória, o erro deve ser mencionado nesse momento, ou seja, dentro da dinâmica de cada empresa”, afirma Figueiredo. 
Fonte: Exame.com

Mais de 1 milhão de contribuintes baixaram programa do IR


Desde o ano passado, o Fisco passou a liberar o programa alguns dias antes do início da entrega da declaração

Consultor tira suas dúvidas sobre impostos
IR: estão obrigados a preencher a declaração os contribuintes que receberam pelo menos R$ 24.556,65 em 2012, o que dá R$ 1.888,97 por mês, incluindo o décimo terceiro salário.

Brasília – Disponível na internet desde segunda-feira (25), o programa de preenchimento da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física de 2013 foi baixado por 1.044.197 contribuintes. Somente no primeiro dia, 521.504 pessoas físicas fizeram o download do programa na página da Receita Federal(www.receita.fazenda.gov.br).

declaração. Segundo a Receita, isso facilita o preenchimento e evita congestionamentos no primeiro dia de envio do documento.
O prazo de entrega da declaração começa amanhã (1º) e vai até 30 de abril. De acordo com a Receita Federal, mais de 26 milhões de contribuintes devem transmitir os dados fiscais em 2013, recorde em relação aos anos anteriores.
Estão obrigados a preencher a declaração os contribuintes que receberam pelo menos R$ 24.556,65 em 2012, o que dá R$ 1.888,97 por mês, incluindo o décimo terceiro salário. Até 2015 (ano-base 2014), a tabela do Imposto de Renda será corrigida em 4,5% ao ano, conforme determinado por lei em vigor desde 2011.
Assim como as faixas de declaração, os valores de dedução também são reajustados em 4,5% a cada ano. No caso do desconto simplificado, o contribuinte poderá abater até 20% do imposto devido, limitado a R$ 14.542,60. No ano passado, esse limite correspondia a R$ 13.916,36.
Quem fizer a declaração completa poderá deduzir R$ 985,96 referentes ao pagamento do salário de empregada doméstica, contra R$ 866,60 em vigor na declaração do ano passado. O abatimento por dependente foi fixado em R$ 1.974,72, contra R$ 1.889,64 em 2012. O gasto com educação de cada dependente está limitado a R$ 3.091,35, contra R$ 2.958,23 autorizados na declaração anterior.
Fonte: Exame.com


85% dos brasileiros fazem compras por impulso

É o que revela pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). De acordo com o estudo que ouviu 646 consumidores, ansiedade e insatisfação com a própria aparência são os principais motivos que levam os brasileiros a fazerem compras sem planejamento. Ou seja, quatro em cada dez entrevistados (43%) relacionam as compras por impulso a momentos de tristeza ou angústia.
Em nota, o SPC avalia que esse tipo de consumo descontrolado serve como uma espécie de recompensa emocional para esses consumidores. 

Entre os que fazem compras movidas por impulsos emocionais, a ansiedade por um evento que se aproxima (festas, jantares e viagens, por exemplo) é o motivo mais decisivo entre consumidores de classes A e B. Por outro lado, a baixa autoestima (insatisfação com a própria aparência) é a razão mais citada entre consumidores das classes C e D. "Na busca pelo prazer imediato ou para exibir um estilo de vida que não condiz com a própria renda, o comprador se alivia momentaneamente, sem se importar com o futuro do próprio bolso", diz a economista do SPC Brasil Ana Paula Bastos. 

Em parcelas
Cerca de 85% dos entrevistados disseram pedir descontos quando fazem compras à vista. No entanto, 37% dos consumidores ouvidos afirmaram que só observam se o valor mensal da parcela cabe no próprio bolso e não levam em consideração a taxa de juros embutida no financiamento. 
"Esse comportamento é ainda mais marcante nas classes C e D (42% contra 30% nas A e B), porque são consumidores que estão aprendendo a lidar com o crédito e que têm costume de fazer compras - principalmente as de maior valor - parceladas", explica Bastos. 

Poupança  
No total, quatro em cada dez entrevistados (42%) gastam tudo o que ganham e não conseguem poupar. Considerando somente consumidores das classes C e D, o percentual é ainda maior, chegando a 53% ante 28% nas classes A e B. "Isso se deve à menor renda disponível nas classes C e D, impossibilitando estas pessoas de guardarem um pouco de seus salários, depois de pagarem as contas primárias como aluguel, água, luz e telefone", explica a economista. 

Em uma situação hipotética de perda total das fontes de rendimentos, 30% dos consumidores admitiram que não conseguiriam manter o atual padrão de vida nem por um mês. 

Já 35% responderam que conseguiriam mantê-lo de um a três meses. Cerca de 17% deles conseguiriam por quatro a seis meses e 10% entre sete e doze meses. Apenas 7% da população conseguiriam manter-se firme nessa situação por mais de um ano. 


Fonte: Folha de S. Paulo