quarta-feira, 13 de março de 2013

Caixa oferecerá R$130 bi em crédito para pessoa física


A expectativa do banco é de um aumento de 41,2% na carteira de crédito comercial de pessoa física, que deverá atingir o saldo de 78,3 bilhões de reais até dezembro de 2013.

Agência da Caixa Econômica Federal

Caixa Econômica Federal: no ano passado, a carteira de crédito comercial de pessoal física cresceu 51,6 % em comparação a 2011, chegando ao saldo de 55,5 bilhões de reais.
São Paulo - A Caixa Econômica Federal irá disponibilizar 130 bilhões de reais em crédito para pessoas físicas em 2013, segundo a instituição em comunicado nesta quarta-feira.
A expectativa do banco é de um aumento de 41,2% na carteira de crédito comercial de pessoa física, que deverá atingir o saldo de 78,3 bilhões de reais até dezembro de 2013.
O portfólio do crédito será diversificado, com produtos como Crédito Aporte Caixa e financiamento de veículos.
Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o volume de contratação totalizou 17,5 bilhões de reais, segundo a Caixa, um aumento de 51 % em relação a igual período de 2012.
No ano passado, a carteira de crédito comercial de pessoal física cresceu 51,6 % em comparação a 2011, chegando ao saldo de 55,5 bilhões de reais.
Fonte: Exame.com

Emprego na construção civil cresce 1,07% de dezembro para janeiro



O número de vagas abertas pela construção civil no país cresceu 1,07% em janeiro, em relação a dezembro, com a oferta de 36,2 mil postos de trabalho. O dado faz parte de pesquisa feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). No acumulado de 12 meses, na comparação com o período anterior, houve alta de 2,44%, com a contratação de 82 mil trabalhadores. Na passagem de dezembro para janeiro, o Norte é a única região do país com queda nas contratações (-0,17%). No Nordeste, o índice aumentou 0,47%; no Sudeste, 1,17%; no Sul, 1,71% e no Centro-Oeste, 1,97%. 

Fonte: Agência Brasil 

terça-feira, 12 de março de 2013

Setor de chocolates projeta avanço de 5% nas vendas de ovos de Páscoa




É o que aponta a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim e Balas). Depois de um ano sem crescimento nas vendas de ovos de Páscoa em 2012, o setor espera um avanço médio de 5% em 2013. "É apenas uma projeção do que ouvimos de nossos associados. Uns projetam alta de 2% ou 3%. Calculamos uma média ponderada pelo que produzem", diz Ubiracy Fonseca, vice-presidente do setor de chocolate da Abicab.
As vendas se concentram na última semana anterior ao evento, em particular nos últimos dois dias. "O brasileiro deixa para a última hora", diz. Não é para menos, as lojas partem para promoções conforme a Páscoa se aproxima. A Abicab afirma não ter estimativa das perdas com ovos quebrados e sobras, que dificultam a negociação com o varejo.
Empresas têm buscado alternativas para engrossar as vendas, como colocar brindes por fora dos ovos.
A Vonpar, do Rio Grande do Sul, foi além e decidiu deixar o negócio de ovos.
"Vamos sair da grande perda do fim da Páscoa e aproveitar a época para vender nossas marcas conhecidas sem formato de ovo e com brinde externo", diz o CEO Claudio Fontes.
"Os ovos ficam em um estado ruim no final. Todos têm de baixar preço para escoar os produtos, que têm data de vencimento curta. Muito investimento para gerar o equivalente a um 13º mês de faturamento não tem retorno", conclui Fontes.

Cabeleireira inova e cria lavatório portátil


Empresária paulista patenteou o produto e hoje recebe encomendas até do exterior

Cabeleireiro em salão de beleza
Salão de beleza: a paulista Gislaine Marcandali teve a ideia de criar um lavatório portátil, a fim de facilitar o seu trabalho na casa das clientes

Entre tesouras, xampus e penteados, Gislaine Marcandali construiu uma sólida carreira no setor de beleza em São Paulo. E o amor à profissão começou ainda na adolescência. Assim que terminou o Ensino Médio, decidiu que faria curso paracabeleireira.

Aos 19 anos, já estava com o diploma do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) nas mãos. Depois de muita dedicação, seu trabalho foi reconhecido no Prêmio Sebrae Mulher de Negócio, na categoria Empreendedora Individual.
Gislaine trabalhou como funcionária em diversos salões paulistas. Em 1986, abriu o próprio estabelecimento, mas o período coincidiu com o nascimento dos filhos. “Com as crianças pequenas, minha rotina foi ficando difícil. O salão me prendia muito”, lembra. Ela resolveu fechar a empresa e trabalhar a domicílio.
Mesmo com a rotina complicada, contava com horários mais flexíveis. “As clientes tinham que lavar os próprios cabelos em tanque ou chuveiro, e os resíduos acabavam impregnados nos fios”, recorda-se. Na época, a profissional tinha duas clientes por dia e o faturamento mensal chegava a R$ 2 mil. “Nunca ganhei tanto dinheiro como cabeleireira”.
Até que a paulista teve a ideia de criar um lavatório portátil, a fim de facilitar o seu trabalho na casa das clientes. Em 2007, Gislaine procurou o Sebrae que, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Tecnologia (IPT), criou o primeiro lavatório portátil de fibra de vidro. “Patenteei minha ideia e comecei a produção”, revela. Ela diz que resolveu deixar o dia a dia de cabeleireira para se dedicar à nova empresa.
Em 2009, inaugurou a Dublê, especializada na venda e aluguel de lavatórios. Com capacidade para 42 litros de água, o lavatório tem design arrojado e inovador. É bivolt e pesa apenas 20 quilos. A locomoção é feita com rodinhas e não é preciso nenhuma instalação hidráulica. Basta ligar na tomada e,em aEm pouco tempo, foi convidada a participar da Feira HairBrazil, que tem o apoio do Sebrae. Levou três lavatórios portáteis e foi um sucesso. “Fiquei surpresa com a aceitação do produto. Várias indústrias de cosméticos me procuraram”, diz. O modelo mais barato custava R$ 1.350. Hoje, o faturamento mensal gira em torno de R$ 20 mil.
A empresária ainda teve alguns obstáculos para traçar a bem-sucedida carreira no mundo empresarial. A fibra de vidro, a matéria-prima que dava forma aos lavatórios, começou a dar problemas. “Era uma dor de cabeça. Os clientes reclamavam muito porque a fibra soltava um resíduo que, com o tempo, estragava o equipamento”, afirma.
Há um ano e meio, a empresária trocou a fibra de vidro pelo inox escovado. Outra mudança é que o circuito elétrico não é mais integrado, ou seja, é independente – caso aconteça alguma danificação pode ser reposto pelo Correios. “Mais uma vez, privilegiei a inovação. O inox entra na cadeia de reaproveitamento no processo de produção e contribui para a preservação do meio ambiente”, ressalta.
A produção fica em torno de 20 lavatórios por mês. A empresa de Gislaine está no caminho certo. Ela recebe encomendas de todos os estados brasileiros e até do exterior, a exemplo de países como México, Estados Unidos e Portugal. Hoje, o modelo mais barato custa R$ 2.350 e o mais luxuoso sai por R$ 2.980.
Fonte: Exame.com

domingo, 10 de março de 2013

Como evitar que os apps de produtividade roubem seu tempo


Os aplicativos de gestão de tempo estão aí para colocar sua rotina em ordem, mas, admita, vez ou outra, eles podem atrapalhar; saiba como impedir isso

Aplicativos iPhone

Uma busca rápida no Google Play ou no iTunes com as palavrasadministração do tempo e produtividade é suficiente para constatar que o número deaplicativos para responder a esta demanda  já supera a casa dos milhares.
Alguns diferem nos formatos, outros, nas propostas, mas todos guardam uma promessa em comum: ajudar profissionais de todos os setores a trabalhar melhor em menos tempo. Na vida real, depois que você faz o download da ferramenta, contudo, esta promessa nem sempre é cumprida. Ou pior: pode ter um efeito contrário.
“A armadilha é você se distrair com alguma outra coisa”, diz André Caldeira, autor do livro “Muito trabalho e pouco estresse” (Editora Évora) e que só usa o bloco de notas do iPhone como uma ferramenta para ajudar no trabalho.  
Quem já se pegou checando as notificações no Facebook no meio de uma reunião sabe o quanto ele está certo. 
Para driblar este e outros riscos inerentes ao uso de aplicativos, contudo, não é necessário bani-los da sua vida. Ao contrário: eles estão aí exatamente para ajudar sua rotina, basta apenas que você aprenda o jeito certo de usá-los. Veja como: 
Não seja escravo da rotina imposta pelo aplicativo
De acordo com Fernando Serra, autor do livro “O tempo na sua vida” (Editora Saraiva) e diretor acadêmico da HSM Educação, o uso de aplicativos depende da rotina diária que você estabelece. “Se você deixar ele solto, é ele quem vai ditar a sua rotina”, explica. 
“Receber um e-mail não significa que você tem que responder imediatamente”, diz Serra. Tanto que, ele afirma, “a melhor maneira de solucionar um problema é estar em um problema”. 
Isso significa que não é porque seu celular ou tablet exibiu uma notificação de e-mail, sms ou mensagem em ferramentas como Whats App que você precisa responder no mesmo minuto. 
A dica é simples: estabeleça horários para checar as ferramentas. Se estiver em uma reunião importante ou em um momento do dia que exija concentração extrema, desative as notificações. Ou, se necessário, desligue o celular. 
Seja específico
“A funcionalidade, a interface não pode ser mais importante do que a finalidade”, afirma Caldeira. Serra concorda. “É preciso entender a função de cada ferramenta e como ele se relaciona com a sua vida pessoal”, afirma o especialista da HSM Educação. Com essa ideia em mente, escolha apenas aplicativos que sejam, realmente, úteis para a sua rotina e atendam a necessidades reais do seu dia-a-dia. 
Foque
Diante de aplicativos que se adequem ao que você vivencia todos os dias, escolha apenas um para cada necessidade. Se encontrar um que responda a todas ou se for possível sincronizá-los entre si, melhor.
Exemplo: você não precisa ter dois aplicativos de agenda no celular, mais um apenas para anotar as tarefas, além da agenda de papel que você já mantém sobre a mesa. Escolha o mais adequado para as suas necessidades e anote todas as tarefas lá. Do contrário, você corre o risco de se perder no trabalho. 
Controle-se
Domínio próprio é palavra de ordem na hora de administrar o tempo – independente do método. “A gente brinca que o segredo para conseguir fazer qualquer coisa é a combinação entre paixão, perseverança e foco”, diz Serra. Isso significa que sem o mínimo de esforço para se concentrar e usar estas ferramentas de uma maneira estratégica você poderá apenas dar um tiro no próprio pé. E nada mais. 
Fonte; EXAME.COM

sábado, 9 de março de 2013

3 erros que os empreendedores cometem quando viram chefes


Especialista em liderança e gestão de pessoas lista quais são as atitudes que devem ser evitadas

Homem triste com a cabeça baixa

Quais são os principais erros cometidos por empreendedores?
Respondido por Eduardo Ferraz, especialista em gestão de pessoas
A maior parte dos empreendedores, principalmente de pequenas empresas, toca seu negócio na base da tentativa e erro, fazendo muitas adaptações e corrigindo o rumo da empresa conforme surgem os problemas e as oportunidades. O lado positivo é a flexibilidade, o que dá boa margem de manobra, mas também gera erros e consequências ruins que podem ser evitadas. É sobre os principais erros cometidos e como evitá-los que falarei a seguir.
1. Excesso de informalidade
Ser pequeno não significa ser totalmente informal. Alguns empresários tocam o negócio como se todos os clientes e funcionários fossem velhos amigos. Muita gente se aproveita disso para abusar de sua boa vontade e vice-versa.
Isso gera uma tolerância muito maior com o erro e as pessoas se acostumam a produzir pouco, atrasar entregas, e demorar para pagar porque se sentem negociando com um “amigo” que aceita a ineficiência. Seu negócio precisa ter um mínimo de profissionalismo e formalidade para crescer e prosperar.
2. Falta de foco
Quando a empresa começa a dar certo o risco de perder o foco aumenta muito. A empresa começa, por exemplo, produzindo tijolos de alta qualidade e em alguns meses se endivida e começa a produzir telhas, que não têm a mesma qualidade. As vendas diminuem e todo negócio afunda. Mantenha o foco naquilo que sua empresa realmente faz muito bem e só diversifique depois de uma análise rigorosa. Isso acaba contaminando a equipe e prejudicando o negócio
3. Perfil inadequado
Quem tem um negócio próprio, quase sempre, trabalha muito mais do que quando era funcionário de outras empresas e, nos primeiros meses, ou anos, ganhará menos e correrá muito mais riscos. O empreendedor precisa ter uma personalidade que tolere bem estas dificuldades. Se você tiver o perfil adequado terá muito mais chances de ser bem sucedido.
Fonte: Exame.com

quinta-feira, 7 de março de 2013

No dia 8 de março comemoramos o dia internacional da mulher


Feijão dobra de preço nos supermercados






O produto liderou a alta do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no grupo de alimentos no mês de janeiro. 

O preço do feijão carioca dobrou nos supermercados desde o início do ano e pode virar o vilão da inflação. Nas lavouras do sudoeste paulista, principal região produtora do Estado, a saca de 60 quilos passou de R$ 160 no começo de janeiro para R$ 220 na quarta-feira (6/3). Nos supermercados, o feijão novo extra, que virou o ano cotado a R$ 3, era vendido a R$ 6, alta de 100%.
De acordo com o IEA (Instituto de Economia Agrícola) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, os preços foram puxados pela escassez do produto. Problemas climáticos, como a seca no Nordeste e no Paraná, e o excesso de chuvas em Minas Gerais, causaram a queda na produção.
Segundo o engenheiro agrônomo Vandir Daniel da Silva, na quarta-feira (6/3), a Bolsinha de São Paulo, principal entreposto de comercialização do produto, tinha registrado a entrada de apenas 20 mil sacas de feijão. "A oferta, que determina a cotação, está abaixo do normal. Para se ter uma ideia, em março do ano passado o feijão estava a R$ 80 a saca", disse.
Fonte: Supermercado Moderno

Caem gastos da classe C com alimentos, bebidas e limpeza



Entre 2009 e 2012, a fatia passou de 20,7% para 17,6%, chegando a R$ 467. Apesar da queda, essa é a terceira maior despesa mensal das famílias brasileiras com renda domiciliar média de R$ 2.658, de acordo com a pesquisa da Nielsen, Mudanças no Mercado Brasileiro 2013. Ficou atrás apenas dos gastos com viagens, carros e lazer, que em 2012 representavam R$ 866 - uma evolução de 31,1% para 32,6%, no período -, e com manutenção do lar, que chegaram a R$ 773 - o valor manteve-se estável.
De acordo com Marcelo Fazio, analista de mercado da Nielsen, a queda relacionada a alimentos, bebidas e limpeza não é alarmante para o varejo. Afinal, foi pequena - três pontos percentuais. "Além disso, evidencia que esses consumidores, mais uma vez, estão tentando equilibrar seus gastos sem fazer cortes drásticos. Eles querem manter no dia a dia o que conseguiram conquistar graças ao aumento da renda", explica.
O que cresceu um pouco mais no período foram as despesas com alimentação fora do lar, cuja fatia na renda mensal passou de 4,6% para 5,4%, chegando a R$ 144, em 2012. Gastos com saúde foram de 5,4% para 5,9%, alcançando R$ 156, por mês. Outra alta foi no desembolso com vestuário, que foi de 7,3% para 8%. Em valor chagou a R$ 211. Já o gasto com livros, matrículas e mensalidades caiu de 1,9 % para 1,6%, ficando em R$ 41, por mês.
"De modo geral, as despesas das famílias de classe média mantiveram-se quase estáveis nos últimos três anos. Foram pequenos ajustes. Nada mal, para um período de crise internacional. Para os próximos anos, a tendência é de melhora", avalia Fazio.
Fonte: Supermercado Moderno

quarta-feira, 6 de março de 2013

As dicas essenciais para mulheres empreendedoras


Especialistas afirmam que mulheres donas de empresas devem investir em gestão de negócio e planejamento

Mulher usando laptop

O número de mulheres donas do próprio negócio só tende a aumentar. No mercado de franquias, por exemplo, há marcas ideais para empreendedoras. No caso destartups, mulheres que estão no comando tendem a ter mais sucesso e ganham destaque. Segundo pesquisa realizada pelo portal web.com, especializado em marketing para pequenos negócios, e pela National Association of Women Business Owners (NAWBO), mais mulheres devem empreender em 2013. 
“Hoje, boa parte das mulheres empreende por oportunidade”, afirma Bruno Caetano, diretor-superintendente do Sebrae-SP. Divulgada no começo do ano, a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor 2012 (GEM), realizada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostra que 49,6% dos que iniciam a carreira empresarial são do sexo feminino.
Veja abaixo recomendações de Caetano e de Cristina Boner, empreendedora e presidente da Associação de Mulheres Empreendedoras (AME), para mulheres que desejam investir em um negócio ou já são donas de um.
1. Foque no planejamento
Planejamento é a chave de sucesso para qualquer empresa, independente do porte. Para Caetano, de forma geral, as pessoas se preocupam mais com o investimento financeiro. Mas, fluxo de caixa e plano de marketing são alguns conceitos que não podem ser ignorados, por serem essenciais na hora de gerir o negócio.
2. Organize a sua rotina
Um dos principais dilemas das empresárias é de conciliar o tempo dentro e fora de casa. “Não pode achar que o empreendedorismo vai dar mais tempo. Isso é um mito”, alerta Caetano.
Por isso, para que isso não aconteça, é preciso ter total apoio familiar. Cristina explica que, muitas vezes, a falta da compreensão dos familiares pode acabar se transformando em um obstáculo para a mulher. Para ter sucesso como empresária, é preciso muito foco e a dedicação ao negócio e separar um tempo para lidar com o marido e filhos.
3. Atualize-se
Tanto para as mulheres que estão começando a empreender agora quanto para as que já têm experiência no mercado, a reciclagem é indispensável. “Não pode confiar só na intuição, tem que se atualizar com os concorrentes e com o mercado”, aconselha Cristina. 
Há opções de cursos online e workshops de curta duração que podem auxiliar a empreendedora a ampliar o seu conhecimento. 
Fonte: EXAME.COM

Renda das mulheres ultrapassará R$ 1 trilhão neste ano


Ao fim de 2013, a massa de renda das mulheres brasileiras deve chegar a R$ 1,01 trilhão, crescendo 83% em relação a 10 anos atrás.  O valor é equivalente ao PIB de países como Suécia e Bélgica, além de superior ao que toda a classe C deve ganhar neste ano (R$ 966 bi), por exemplo. As informações são do estudo “Tempo de Mulher”, do Data Popular.
O ritmo de crescimento da renda feminina foi mais acelerado que o dos homens, de 45% nos últimos 10 anos. Mas, apesar disso, o valor recebido pelos cidadãos do sexo masculino ainda é consideravelmente maior que o das mulheres, com previsão para totalizar R$ 1,6 trilhão em 2013. O valor que as mulheres alcançarão neste ano é o que os homens ganhavam 10 anos atrás.
Traduzindo a renda feminina em consumo de produtos, as mulheres deverão comprar, neste ano, 6,5 milhões de telefones celulares e 6 milhões de televisões. Elas também devem adquirir, em 2013, 3,1 milhões de tablets, exatamente a quantidade consumida por todos os brasileiros no ano passado.
A pesquisa do Data Popular foi realizada com 1.300 mulheres de 44 cidades brasileiras, entre dezembro do ano passado e fevereiro deste ano. As projeções para este ano foram feitas a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Fonte: Supermercado Moderno

63% dos brasileiros recomendam produtos pelas redes sociais


É o que aponta a E-commerce Index, pesquisa global independente sobre as tendências de compras no comércio eletrônico. No Brasil, 63% das pessoas disseram que recomendam produtos por meio das redes sociais. O país com a maior porcentagem de recomendação é a Indonésia (67,3%), e o com menor, é o Japão (7,7%).
"As redes sociais facilitam o compartilhamento de informações de produtos, marcas e serviços, funcionando como uma propaganda gratuita e eficaz para as lojas", afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos - portal que reúne cupons de descontos grátis e responsável pelo Black Friday no comércio eletrônico brasileiro.
Gastos e dispositivos 
Segundo a pesquisa, o consumidor brasileiro gastou, em média, US$ 657 (R$ 1.300) no e-commerce ao longo de 2012. Os consumidores mais "gastões" são os britânicos, com desembolso médio por pessoa de US$ 1.700, seguido pela Alemanha com US$ 1.006. A Indonésia ficou com a menor média, US$ 239 por pessoa.
Em relação a compras realizadas em dispositivos móveis, a Indonésia lidera o ranking, já que 14% dos entrevistados relatam que fazem a maioria de suas compras online usando um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel. No Brasil, somente 4% dos consumidores afirmaram usar regularmente um dispositivo móvel para fazer compras. Superam o Brasil nesse quesito países como Reino Unido (12%), os EUA (10%) e a Espanha (9%).
Fonte: Supermercado Moderno

terça-feira, 5 de março de 2013

O8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Parceria entre ACIAV e Destak Cursos oferece cursos preparatórios




A Destak Cursos e Treinamentos, em parceria com a Associação Comercial de Vitória - ACIAV, oferecerá a população vitoriense 05 cursos preparatórios com duração de 03 meses.

Os cursos oferecidos são Manicure e Pedicure, Estética Facial e Corporal, Instalações Elétricas, Atendente de Farmácia, Mecânica de Motos, Auxiliar Administrativo e Financeiro, Cabeleireiro e Segurança no Trabalho. Todos com vagas limitadas.

As matrículas, com valor de R$ 29,90 e mensalidade a partir de R$ 29,90, serão realizadas nesta quinta (07) e sexta (08), na sede da ACIAV, na Av. Mariana Amália, 288.

Maiores informações: 3523-1174  

Fonte: NOSSAVITÓRIA

domingo, 3 de março de 2013

As razões para o fracasso das metas profissionais


Confira os erros que podem estar atrapalhando muita gente na hora de alcançar seus objetivos de carreira, sejam eles quais forem

Varal com post-its
Um curso, uma pós-graduação, administrar melhor o tempo, participar de um projeto importante, conseguir um cargo de gestão ou conquistar um emprego melhor. No papel, as metas profissionais anunciam a possibilidade de ascensão na carreira, de mais qualidade de vida e satisfação profissional.
Mas, para algumas pessoas, os objetivos vão ficando pelo caminho, empoeirados em um caderno no fundo da gaveta. Resultado: o tempo passa e nada do que você prometeu é cumprido. Por que isso acontece? Confira o que atrapalha muitos profissionais quando o assunto é cumprir seu plano de metas:
1 Não enxergar a diferença entre emprego e carreira
“Quem não tem entendimento a respeito da diferença entre emprego e carreira não tem consciência de metas”, diz Carlos Felicíssimo Ferreira, consultor de carreira e diretor executivo da 4hunter.
Ou seja, quem vê sua trajetória profissional como um apanhado de empregos é um forte candidato a não cumprir objetivos. “Essa pessoa não enxerga a evolução com um planejamento de carreira”, diz Ferreira. 
O plano de carreira é uma referência de onde você está e aonde quer chegar. É como uma bússola que orienta o caminho a ser trilhado.
Com ele, fica mais fácil ter motivação para se inscrever em um curso, garantir um novo diploma ou se oferecer para liderar um projeto importante na empresa porque você sabe que estas são etapas necessárias para atingir o sucesso a que se propôs.
Sem o plano, fica mais difícil compreender a importância dessas metas, o que as torna vazias. Os objetivos simplesmente não fazem tanto sentido assim quando a visão da trajetória não é ampliada.

2 Objetivos abstratos ou inatingíveis

Muita gente peca pelo excesso. “As metas precisam ser razoáveis”, afirma Ferreira. Ao listar um curso de MBA, a participação em um grupo de estudos, a liderança de uma equipe no trabalho, um salário três vezes maior do que o atual e a retomada de um projeto engavetado há anos como objetivos a serem atingidos talvez você não esteja sendo realista consigo mesmo.
Se o volume de metas fosse menor, talvez fosse possível. Que tal se inscrever no MBA e deixar para liderar a equipe após a conclusão do curso? Você pode até ter pique para começar tudo ao mesmo tempo, mas mantê-lo vai exigir um esforço sobrenatural e, cansado, o seu rendimento no trabalho pode cair. Com fraco desempenho, garantir a tão sonhada promoção vai ser impossível.
Objetivos abstratos também são fortes candidatos a não saírem do papel. Colocar sucesso profissional ou qualidade de vida na sua lista de metas é contraproducente. Em vez disso, opte por coisas mais palpáveis, como, por exemplo, desenvolver aquele projeto que vai alavancar o seu departamento ou negociar com o chefe mais flexibilidade no horário de trabalho. 
3 Não saber como trazer as metas para a realidade
Você estipulou que neste ano vai sair do patamar técnico e assumir um cargo de gestão. Essa é a sua meta. Tudo bem, mas como você vai chegar lá, qual o caminho a ser traçado? Se você não souber o que deve fazer, será impossível conseguir.
Conversar com quem é mais experiente poderia ajudar, segundo Ferreira. “Quando se escolhe um mentor, a pessoa conversa de tempos e tempos com ele que vai trazer questionamentos pela sua experiência”, diz. O primeiro passo é entender o caminho percorrido pelo seu mentor para, então, adaptá-lo ao seu mundo. “O ponto é saber tangibilizar”, diz Ferreira.
4 Deixar os objetivos a cargo de outras pessoas
Muitas vezes, os objetivos não são cumpridos porque estavam atrelados a outra pessoa. Por exemplo, um projeto seu e do seu colega que não decola porque ele foi promovido e não falou mais no assunto. Talvez tenha faltado inciativa da sua parte também.
Para cumprir uma meta que não depende apenas de você é preciso monitorar todas as partes envolvidas. “É preciso saber gerenciar a sua expectativa e a outra pessoa também”, diz Ferreira. Manter o controle e o monitoramento da situação é essencial nesses casos.
“A pessoa também tem que ter o comportamento de ir buscar, porque uma série de variáveis pode jogar contra o seu planejamento, o que pode requerer uma mudança de estratégia”, diz Ferreira.
Fonte: Exame.com

sábado, 2 de março de 2013

Como escolher o nome da sua empresa


Professor fala sobre quais aspectos merecem a atenção do empresário na hora de escolher o nome.


Papel e caneta
Como escolher o nome da sua empresa?
Respondido por Frederico Mafra, especialista em marketing
A criação de um nome exige tempo e dedicação por parte do empreendedor. Trata-se de uma decisão fundamental, que pode ajudar ou não na construção da imagem e do posicionamento da empresa de forma diferenciada no mercado. Algumas dicas devem ser observadas, portanto, neste momento de definição do nome da empresa:
1. Invista tempo e dinheiro na criação da marcaVerifique a existência de outras marcas e ideias similares no mercado. Ainda na etapa de planejamento, a criação do nome e/ou da marca deve se basear no posicionamento de marketing da empresa.
2. A marca deve ser de fácil de lembrar
Nomes longos e difíceis de serem lembrados e escritos dificultam a assimilação da mensagem e a fixação da ideia principal da marca (posicionamento).
3. Não abuse de siglas
O uso de siglas para definição de um nome pode ser mais fácil de ser elaborado, mas é importante que elas signifiquem algo.
4. Não copie o concorrente
Além de acabar confundindo o cliente, a empresa pode, no pior dos casos, ser processada por outra empresa que se sentir imitada.
5. Evite nomes regionais
Podem, no primeiro caso, limitar o crescimento da marca em outras regiões com características diferentes da original. 
Fonte: Exame.com

Por que poucos clientes vão se interessar por seu produto


Sócio-fundador da rede social Empreendemia explica que dificilmente as pessoas adotam um novo produto na velocidade esperada

Homem conversando em um restaurante

Como divulgar um novo produto?
Respondido por Millor Machado, sócio-fundador da rede social Empreendemia
Criar um produto ou serviço inovador possui a grande vantagem de te deixar na frente dos concorrentes. Por outro lado, essa inovação normalmente é acompanhada pelo risco do produto não ser aceito pelo mercado na mesma velocidade que esperávamos.
Mesmo sendo a inovação mais bacana do mundo, as pessoas possuem uma aversão natural a tudo que é muito novo e ainda não foi validado. Da mesma forma que a maioria das pessoas espera ouvir a opinião dos amigos antes de assistir um filme, esse fenômeno também acontece no lançamento de um produto ou serviço de uma startup.
Em compensação, existe um tipo de pessoa que deve ser o foco inicial na hora de lançar a sua inovação. Esse tipo é o cliente pioneiro, termo originado do inglês early adopter.
A principal característica do cliente pioneiro é que, ao contrário de boa parte das pessoas, ele gosta justamente de ser o primeiro a testar alguma coisa, mesmo sabendo do risco daquele produto ou serviço não funcionar muito bem. O cliente pioneiro está disposto a pagar caro pela novidade, mesmo sabendo que a primeira versão da inovação será consideravelmente fraca em comparação às que estão por vir.
Por isso, ao invés de apostar todas as suas fichas em um mega lançamento e gastar todos seus esforços de marketing em grandes campanhas, faça um lançamento pequeno, focado nos clientes pioneiros.
Além de servirem como validadores para os clientes mais “tradicionais”, os clientes pioneiros normalmente fazem questão de servir como cobaias e de darem sugestões de melhorias que farão toda a diferença na hora de atingir o mercado de massa.
Se quiser reduzir o risco na hora de lançar um novo produto ou serviço, pense primeiro em como você irá atingir os clientes pioneiros. Depois de conquistá-lo, aí sim vale a pena pensar em como ganhar escala.
Fonte: Exame. com

Calor deve piorar em Pernambuco, diz especialista




Os dias mais quentes serão registrados entre 21 e 28 de abril
NE10
A sensação de forte calor que os pernambucanos têm vivido nos últimos dias deve continuar até o fim de abril, quando devem ser alcançadas as mais altas temperaturas do ano. Segundo o professor de climatologia do curso de ciências ambientais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Lucivânio Jatobá, o fenômeno é normal para o período e se deve ao posicionamento da Terra em relação ao Sol.
Entre os meses de fevereiro e março, devido ao movimento de translação, o Sol se posiciona exatamente sobre os estados de Pernambuco e Paraíba, aumentando a insolação sobre a região. Os dias mais quentes serão registrados entre 21 e 28 de abril, quando as temperaturas começam a cair com a chegada de maio.
Segundo o especialista, a sensação mais forte de calor não está diretamente relacionada ao aquecimento global, mas com a seca que o Nordeste enfrenta desde o ano passado. “A nebulosidade está baixa; então os raios solares atingem o solo diretamente”, explica Jatobá, sobre as nuvens que normalmente aliviam a sensação durante o período.
Fonte: A VOZ DA VITÓRIA 

Falta de investimentos causou baixo crescimento do PIB


“A falta de reação dos investimentos como fator de contribuição para o crescimento econômico é preocupante”, ressalta a nota assinada pelo presidente de Abdib, Paulo Godoy

Notas novas de Real - dinheiro

Economia: para estimular a economia e garantir um crescimento maior nos próximos anos, a Abidib defende a desoneração dos investimentos.

Para a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o crescimento da economia em 2012 “não condiz com o potencial do Brasil no atual momento e com as necessidades e anseios dos brasileiros”.

Entre os fatores que influenciaram para que o Produto Interno Bruto (PIB) registrasse uma expansão de apenas 0,9% no ano, conforme número divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a associação destaca o baixo nível de investimento.
“A falta de reação dos investimentos como fator de contribuição para o crescimento econômico é preocupante”, ressalta a nota assinada pelo presidente de Abdib, Paulo Godoy.
Para estimular a economia e garantir um crescimento maior nos próximos anos, a Abidib defende a desoneração dos investimentos. “Torna-se crucial estimular a economia por essa vertente, com uma política permanente de desoneração do investimento”, enfatiza Godoy.
A associação elogia medidas do governo nos últimos meses que seguem a linha de apoio aos investimentos. “Foram essenciais, as decisões que visam a reduzir o custo da energia elétrica, em um primeiro momento, e da logística, que será alvo de concessões de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos”, aponta.
“Dentro das perspectivas de curto e médio prazo para a economia brasileira, ganha urgência a condução eficiente e bem-sucedida dos projetos inseridos nos programas de concessão em infraestrutura”, acrescenta.
Fonte: Exame.com


sexta-feira, 1 de março de 2013

Na cama com o trabalho


Dispositivos wireless levaram o trabalho a qualquer canto, incluindo sua cama. E isso não significa que sua produtividade aumentou

iPad, tablet da Apple

Quando a jornada acaba, as pendências vão para casa. E com tablets, celulares e laptops, ficou difícil evitar que essas pendências acompanhassem você até a hora de dormir
Dalva Poyares está de agenda cheia. No Instituto do Sono, onde trabalha, a neurologista só tem visto aumentar o número de pacientes com dificuldade para dormir. A razão? O trabalho foi parar na cama. Profissionais aumentaram de forma geral o número de tarefas que precisam fazer por dia. Quando a jornada acaba, as pendências vão para casa. E com tablets, celulares e laptops, ficou difícil evitar que essas pendências acompanhassem você até a hora de dormir.
Segundo um levantamento da Credant Technologies, uma empresa de proteção de dados, um em cada cinco profissionais britânicos trabalha de duas a dez horas por semana na cama. Outra pesquisa, feita pela fabricante de camas reclináveis Reverie, concluiu que 80% dos profissionais jovens de Nova York fazem o mesmo. Essa prática se tornou tão comum que criou um mercado de equipamentos voltados a quem usa a cama não apenas para relaxar.
Há três razões por que o trabalho na horizontal estraga o sono. A primeira são suas preocupações. Para uma boa noite, o ideal é que se fechem todas as questões pendentes do dia cerca de duas horas antes de dormir, segundo especialistas. Depois, você deve escolher apenas aquelas atividades que distraiam sem estimular.
Mas isso ficou mais difícil com a inserção do Brasil na economia mundial. Afinal, o fuso horário de nosso maior parceiro comercial é 11 horas adiantado. Esse é o problema do engenheiro Rodrigo Batalhote. Toda noite, às 22h, ele abre o laptop para negociar com fornecedores chineses via Skype. “Quando volto para casa, tenho a sensação de que não me desliguei do trabalho”, diz. “E, como não posso envolver outros colegas a essas horas, preciso esperar o dia seguinte para não correr o risco de errar em certas decisões. Aí, durmo pensando no trabalho.”
E o dilema do fuso horário não se limita ao trabalho. “Ontem atendi uma paciente que adicionou a família inteira no WhatsApp”, diz a doutora Poyares. “O problema é que ela tem parentes na Itália, que mandam mensagens em horários inapropriados.”
Outro motivo para o mau sono está nas próprias telas dos gadgets. O relógio biológico é influenciado por um hormônio chamado melatonina. É ele o mensageiro que avisa quimicamente ao corpo que a noite chegou. Quanto mais luz a retina receber, menos melatonina será produzida.
Mas bastam duas horas de frente para a tela de um gadget para que a produção de melatonina diminua em 22%, segundo um estudo do Instituto Politécnico Rensselaer, EUA. Não é uma sentença de insônia, mas essa queda pode afetar o sono de quem já tem dificuldade para dormir.
Já a má postura na cama afeta mesmo quem não tem problema para dormir. A regra básica para minimizar o desconforto é manter a postura ereta. Você deve sentar-se com o quadril próximo à cabeceira, apoiar a lombar com um travesseiro e deixar a tela na linha dos olhos, aconselha Cássio Siqueira, fisioterapeuta do Hospital das Clínicas da USP.
De todos os dispositivos móveis, o mais adequado para a postura é o tablet – ele é leve, plano e tem uma tela que pode ser mantida a uma distância confortável. O celular, por outro lado, tem tela muito pequena, o que força o usuário a trazê-lo para perto dos olhos. Com o tempo, isso tensiona o pescoço e o ombro. Já a pior das opções é o laptop. Se estiver sentado com ele no colo, ficará com a coluna curvada. Se estiver deitado de barriga para baixo, jogará o peso do tronco nos ombros. “Isso pode causar dores na cervical e, a longo prazo, hérnia de disco e tendinite nos ombros e na lombar”, diz Siqueira.
Para forçar menos a coluna, você pode usar um suporte para laptop. Uma cama reclinável também ajuda. Outra saída é simplesmente deixar o e-mail para a manhã seguinte.
Matéria publicada na edição de ALFA de janeiro de 2013.